Oi, eu sou o


Yuri Silva (Ury)
Jornalista em formação com dendê no sangue

Sobre mim

Um jovem soteropolitano de 20 anos que cursa jornalismo. Desde 2010, está neste mundo de blog e de informar as pessoas. No começo, falava sobre entretenimento. Escreveu matérias para a Revista Clips (site e impresso). Atualmente, é membro do Centro Acadêmico de Jornalismo da Unime (CAJU) - na área de Comunicação/Criação.

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Assessorando a Askadep


Neste semestre, eu tive a disciplina Assessoria de Imprensa. Em dupla ou trio, tivemos que assessorar uma organização, associaçã ou personalidade. Eu e Nailan Brasil cuidamos da comunicação da Associação de Karatê-dô Dênison Pereira (Askadep). No decorrer do período, a gente fizemos um boletim informativo, o "REI" (foto abaixo).

 Um release foi produzido e enviado para a mídia de Candeias e região. Também foi feito um mini-doc sobre a Askadep, que foi inspirado nas novas produções audiovisuais. 


Trabalhos fotográficos com câmera compacta

Já peguei as duas matérias relacionadas à fotografia (fotografia e fotojornalismo). Enquanto em uma aprendi os conceitos e técnicas, na outra, como é aplicado no mercado de jornalismo. Abaixo, dois trabalhos fotográficos realizados no semestre passado. Retrato de uma personagem - estilo caderno 2, e as outras fazem parte de uma (tentativa) reportagem fotográfica.  Todas fotos foram feitas com uma câmera compacta da Sony (a DSC-W120).






Por que os "filmes polêmicos" são polêmicos?

Se o filme “Love”, do diretor Gaspar Noé, é polêmico por causa do sexo à três com adolescentes e ejaculação frontal em 3D – cena sem cortes que só termina quando protagonista ejacula. O que falar dos filmes que tratam de temas como estupro, tortura, pedofilia, sadomasoquismo, racismo e, claro, política? 

O diretor franco-argentino de “Love” já causou em outros filmes. Em “Irreversível” (2002), mostra uma cena de nove minutos de estupro e, em outro momento com o ângulo fechado, a morte do estuprador. Já em “Uma Viagem Alucinante” (2009), exibe o uso de drogas, morte e incesto. 

Por falar em drogas, “Trainspotting – Sem Limites”, de Danny Boyle, narra histórias de viciados em heroína. O filme, que foi lançado em 1996, foi alegado em países do Reino Unido e nos Estados Unidos que o longa fazia apologia às drogas. No mês passado, o diretor confirmou o “Trainspotting 2” ao Deadline.

Na obra cinematográfica de Gregg Araki, “Mistérios da Carne” (2004), fala de pedofilia, homossexualidade, prostituição – numa cena mostra o personagem de Joseph Gordon-Levit sendo estuprado bruscamente por um dos seus clientes – e outros temas delicados. 

Além dos filmes chocantes e bizzaros, como “A Serbian Film – Terror Sem Limites” (2010), de Srđan Spasojević , que foi proibido em muitos países, como Suécia e Espanha. No Brasil, foi o filme só foi liberado meses depois do seu lançamento. O longa mostra cena de estupro de um bebê e necrofilia. E “Anticristo” (2009), de Lars Von Trier – que também dirige "Ninfomaníaca" –, com violência, sexo explícito, close nas mutilações nas partes íntimas das pessoas. 

Afinal, por que “Love”, “Mistérios da Carne”, “Trainspotting” são polêmicos? O conservadorismo dos grandes exibidores é um dos fatores. Os filmes que sempre estão em cartazes são do “mocinho e mocinha querem viver felizes para sempre, mas o vilão não deixa” ou “polícia quer pegar ladrão”. Assim, o público não tem hábito de ver filmes alternativos com outras temáticas e refletir.

Dicas de cinco longas sobre jornalismo para as férias



Você gosta de assistir filme? Você ama o jornalismo? Então,eu estarei sugerindo cinco longas para você assistir nesses dias de férias - ou até mesmo no final de semana.  Dentre eles, dois se encontram no catálogo brasileiro do Netflix.

Shattered Glass (O preço de uma verdade): esse filme é um dos meus favoritos, ele foi indicado por minha professora de Gêneros Jornalísticos no primeiro semestre. É baseado na história do ex-jornalista da revista The New Republic, Stephen Glass, que ficou mundialmente conhecido por um fato que nenhum jornalista deve fazer (em todas as sinopses tem o que ele fez, mas perde a graça saber). O longa aborda a ética no jornalismo. 

“Se não gostarmos da política, seremos governados por quem gosta”

Eric Pereira. Foto: Facebook/Reprodução

Eric Pereira, 25 anos, é publicitário, MBA em Marketing e Branding e atualmente ocupa o cargo de diretor executivo da agência de propaganda É Idéia. Fundador do ItapuãCity, que conta com cerca de 62 mil curtidas na fanpage do site no Facebook. Integrante da Juventude Itapuãzeira, presidente do Partido Trabalhista Nacional (PTN) Jovem em Salvador e vice-presidente na executiva estadual.

Nesta entrevista, ele fala sobre o jovem na política brasileira, mídia alternativa e assuntos que estão sendo discutidos nas rodas de amigos e em Brasília: maioridade penal e a principal proposta de reforma política, conhecida como distritão.





Yuri Silva: Qual a maior dificuldade de uma mídia alternativa hoje?
Eric Pereira: Por ser independente, a grande dificuldade é manter o trabalho com recursos próprios. Atualmente o que gera maior visibilidade são os conteúdos sensacionalistas, mas nós vamos na contramão. O nosso objetivo é potencializar o que temos de bom nas nossas comunidades, pois acreditamos que é valorizando o indivíduo e respeitando as diferenças que conseguiremos fortalecer o processo de mudança na realidade das regiões mais carentes. Temos muito mais coisas boas para mostrar, porém a mídia sensacionalista só divulga fatos infelizes, fomentando esse predatório modo de gerar lucro.

Uma matéria que escrevi na faculdade...

GAROTO DE 8 ANOS MORRE AO SER ATROPELADO POR ÔNIBUS EM SETE DE ABRIL
Sem camisa, bermuda cinza rasgada entre as pernas, com os membros inferiores formando um 4, as mãos para cima, uma sandália branca próxima da cabeça e a outra estava perto dos pés, o corpo de Miguel Rosa da Silva estava sobre o asfalto escuro. O garoto de oito anos de idade morreu após ser atropelado por um ônibus, na tarde da última terça-feira (12), por volta das 15 h 40 m, na rua Nossa Senhora do Carmo – próximo ao Mercadinho Ponto Certo, em Sete de Abril. 

Uma matéria que eu fiz na faculdade...

Nesse semestre, comecei a colocar a mão na massa, agora vi o que é o jornalismo, tive que apurar, escrever...Enfim.

TOTEM DA AVENIDA PARALELA ESTÁ SEM FUNCIONAR

Totem do ponto de ônibus da Avenida Paralela, próximo à FBE. Foto: Yuri Silva
Os passageiros que pegam ônibus no ponto da Avenida Paralela – próximo à Fundação Bahiana de Engenharia (FBE), se deparam com um totem que não funciona. O equipamento eletrônico que deveria informar quanto falta para chegada do ônibus no local, está pichado, com o vidro quebrado e cartaz colado.