Na disciplina de Produção em Rádio, tivemos que elaborar uma reportagem completa - com offs, sonoras e cabeça. O tema da minha foi sobre Apropriação Cultural. Entrevistei o criador da página O Meu Crespo, Hisan Silva, a produtora do Ilê Aiyê, Val Benvindo, e Well Santiago, da Fábrica de Rimas. Confira:
Mostrando postagens com marcador jornalismo cultural. Mostrar todas as postagens
Você sabe o que é apropriação cultural?
Na disciplina de Produção em Rádio, tivemos que elaborar uma reportagem completa - com offs, sonoras e cabeça. O tema da minha foi sobre Apropriação Cultural. Entrevistei o criador da página O Meu Crespo, Hisan Silva, a produtora do Ilê Aiyê, Val Benvindo, e Well Santiago, da Fábrica de Rimas. Confira:
Coletivo Minissaia vai lançar site colaborativo
O Coletivo Minissaia vai lançar, em junho, sobre empoderamento feminino, equidade de gêneros, ativismo social, cultura, acontecimentos e opinião. O novo formato vai proporcionar a participação de novas blogueiras em cada edição do programa.
O idealizador do projeto, Rodrigo Almeida, afirmou que o site vai funcionar como uma plataforma para discussão social e militância. "A ideia é que tenhamos um canal plural, onde toda e qualquer pessoa possa enviar textos, vÃdeos, imagens e discussões que após triagem entrarão online no canal", disse ele.
Sobre as blogueiras convidadas, Rodrigo destacou que "serão escolhidas seguindo dois critérios principais: aderência de atuação ao tema do programa e maior volume na produção de conteúdo para o site”. Para mais informações ou participar do projeto, basta enviar um e-mail contendo nome completo, idade e telefone para rodrigo@criativoscoletivos.com.br
Conheça o "Netflix" de produções feitas por pessoas negras
O Afroflix, plataforma colaborativa que reúne produções audiovisuais feitas por pessoas negras, foi lançada na última terça-feira (17). O site conta vlogs, filmes, documentários, web séries, clipes e programas diversos.
Aberto e gratuito. Atualmente, o Afroflix está disponibilizando apenas conteúdos brasileiros. As pessoas podem inscrever ou indicar obras. No entanto, os conteúdos devem ter, no mÃnimo, uma área técnica/artÃstica assinada por, pelo menos, uma pessoa negra.
Aberto e gratuito. Atualmente, o Afroflix está disponibilizando apenas conteúdos brasileiros. As pessoas podem inscrever ou indicar obras. No entanto, os conteúdos devem ter, no mÃnimo, uma área técnica/artÃstica assinada por, pelo menos, uma pessoa negra.
Rede Cinemark está com filmes nacionais por R$3
A 16ª
edição do Projeta Brasil Cinemark acontece nessa segunda-feira
(09). Quem for numa das 570 salas, distribuÃdas em 77 localidades,
vai encontrar a programação completa de filmes nacionais. E o
melhor: custando apenas R$ 3. A renda vai ser revertida para
programas de incentivo e apoio ao cinema nacional.
O filme
“Que Horas Ela Volta?”, dirigido por Anna Muylaert e estrelado
por Regina Casé, que disputa uma vaga na categoria de Melhor Filme
Estrangeiro do Oscar 2016, é um dos selecionados para ser exibido no
evento.“Vai
que Cola”, “Los Hermanos” e “Cassia Eller” também estão
na lista do Projeta. Para mais informações e a lista completa, basta acessar o site:
clicando aqui.
Por que os "filmes polêmicos" são polêmicos?
Se o filme “Love”, do diretor Gaspar Noé, é polêmico por causa do sexo à três com adolescentes e ejaculação frontal em 3D – cena sem cortes que só termina quando protagonista ejacula. O que falar dos filmes que tratam de temas como estupro, tortura, pedofilia, sadomasoquismo, racismo e, claro, polÃtica?
O diretor franco-argentino de “Love” já causou em outros filmes. Em “IrreversÃvel” (2002), mostra uma cena de nove minutos de estupro e, em outro momento com o ângulo fechado, a morte do estuprador. Já em “Uma Viagem Alucinante” (2009), exibe o uso de drogas, morte e incesto.
Por falar em drogas, “Trainspotting – Sem Limites”, de Danny Boyle, narra histórias de viciados em heroÃna. O filme, que foi lançado em 1996, foi alegado em paÃses do Reino Unido e nos Estados Unidos que o longa fazia apologia à s drogas. No mês passado, o diretor confirmou o “Trainspotting 2” ao Deadline.
Na obra cinematográfica de Gregg Araki, “Mistérios da Carne” (2004), fala de pedofilia, homossexualidade, prostituição – numa cena mostra o personagem de Joseph Gordon-Levit sendo estuprado bruscamente por um dos seus clientes – e outros temas delicados.
Além dos filmes chocantes e bizzaros, como “A Serbian Film – Terror Sem Limites” (2010), de SrÄ‘an Spasojević , que foi proibido em muitos paÃses, como Suécia e Espanha. No Brasil, foi o filme só foi liberado meses depois do seu lançamento. O longa mostra cena de estupro de um bebê e necrofilia. E “Anticristo” (2009), de Lars Von Trier – que também dirige "NinfomanÃaca" –, com violência, sexo explÃcito, close nas mutilações nas partes Ãntimas das pessoas.
Afinal, por que “Love”, “Mistérios da Carne”, “Trainspotting” são polêmicos? O conservadorismo dos grandes exibidores é um dos fatores. Os filmes que sempre estão em cartazes são do “mocinho e mocinha querem viver felizes para sempre, mas o vilão não deixa” ou “polÃcia quer pegar ladrão”. Assim, o público não tem hábito de ver filmes alternativos com outras temáticas e refletir.
Assinar:
Postagens (Atom)




