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Yuri Silva (Ury)
Jornalista em formação com dendê no sangue

Sobre mim

Um jovem soteropolitano de 20 anos que cursa jornalismo. Desde 2010, está neste mundo de blog e de informar as pessoas. No começo, falava sobre entretenimento. Escreveu matérias para a Revista Clips (site e impresso). Atualmente, é membro do Centro Acadêmico de Jornalismo da Unime (CAJU) - na área de Comunicação/Criação.

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Você sabe o que é apropriação cultural?


Na disciplina de Produção em Rádio, tivemos que elaborar uma reportagem completa - com offs, sonoras e cabeça. O tema da minha foi sobre Apropriação Cultural. Entrevistei o criador da página O Meu Crespo, Hisan Silva, a produtora do Ilê Aiyê, Val Benvindo, e Well Santiago, da Fábrica de Rimas. Confira:

 



Coletivo Minissaia vai lançar site colaborativo


O Coletivo Minissaia vai lançar, em junho, sobre empoderamento feminino, equidade de gêneros, ativismo social, cultura, acontecimentos e opinião. O novo formato vai proporcionar a participação de novas blogueiras em cada edição do programa.

O idealizador do projeto, Rodrigo Almeida, afirmou que o site vai funcionar como uma plataforma para discussão social e militância. "A ideia é que tenhamos um canal plural, onde toda e qualquer pessoa possa enviar textos, vídeos, imagens e discussões que após triagem entrarão online no canal", disse ele.

Sobre as blogueiras convidadas, Rodrigo destacou que "serão escolhidas seguindo dois critérios principais: aderência de atuação ao tema do programa e maior volume na produção de conteúdo para o site”. Para mais informações ou participar do projeto, basta enviar um e-mail contendo nome completo, idade e telefone para rodrigo@criativoscoletivos.com.br 




Conheça o "Netflix" de produções feitas por pessoas negras


O Afroflix, plataforma colaborativa que reúne produções audiovisuais feitas por pessoas negras, foi lançada na última terça-feira (17). O site conta vlogs, filmes, documentários, web séries, clipes e programas diversos. 

Aberto e gratuito. Atualmente, o Afroflix está disponibilizando apenas conteúdos brasileiros. As pessoas podem inscrever ou indicar obras. No entanto, os conteúdos devem ter, no mínimo, uma área técnica/artística assinada por, pelo menos, uma pessoa negra.

Rede Cinemark está com filmes nacionais por R$3



A 16ª edição do Projeta Brasil Cinemark acontece nessa segunda-feira (09). Quem for numa das 570 salas, distribuídas em 77 localidades, vai encontrar a programação completa de filmes nacionais. E o melhor: custando apenas R$ 3. A renda vai ser revertida para programas de incentivo e apoio ao cinema nacional.

O filme “Que Horas Ela Volta?”, dirigido por Anna Muylaert e estrelado por Regina Casé, que disputa uma vaga na categoria de Melhor Filme Estrangeiro do Oscar 2016, é um dos selecionados para ser exibido no evento.“Vai que Cola”, “Los Hermanos” e “Cassia Eller” também estão na lista do Projeta. Para mais informações e a lista completa, basta acessar o site: clicando aqui.

Por que os "filmes polêmicos" são polêmicos?

Se o filme “Love”, do diretor Gaspar Noé, é polêmico por causa do sexo à três com adolescentes e ejaculação frontal em 3D – cena sem cortes que só termina quando protagonista ejacula. O que falar dos filmes que tratam de temas como estupro, tortura, pedofilia, sadomasoquismo, racismo e, claro, política? 

O diretor franco-argentino de “Love” já causou em outros filmes. Em “Irreversível” (2002), mostra uma cena de nove minutos de estupro e, em outro momento com o ângulo fechado, a morte do estuprador. Já em “Uma Viagem Alucinante” (2009), exibe o uso de drogas, morte e incesto. 

Por falar em drogas, “Trainspotting – Sem Limites”, de Danny Boyle, narra histórias de viciados em heroína. O filme, que foi lançado em 1996, foi alegado em países do Reino Unido e nos Estados Unidos que o longa fazia apologia às drogas. No mês passado, o diretor confirmou o “Trainspotting 2” ao Deadline.

Na obra cinematográfica de Gregg Araki, “Mistérios da Carne” (2004), fala de pedofilia, homossexualidade, prostituição – numa cena mostra o personagem de Joseph Gordon-Levit sendo estuprado bruscamente por um dos seus clientes – e outros temas delicados. 

Além dos filmes chocantes e bizzaros, como “A Serbian Film – Terror Sem Limites” (2010), de SrÄ‘an Spasojević , que foi proibido em muitos países, como Suécia e Espanha. No Brasil, foi o filme só foi liberado meses depois do seu lançamento. O longa mostra cena de estupro de um bebê e necrofilia. E “Anticristo” (2009), de Lars Von Trier – que também dirige "Ninfomaníaca" –, com violência, sexo explícito, close nas mutilações nas partes íntimas das pessoas. 

Afinal, por que “Love”, “Mistérios da Carne”, “Trainspotting” são polêmicos? O conservadorismo dos grandes exibidores é um dos fatores. Os filmes que sempre estão em cartazes são do “mocinho e mocinha querem viver felizes para sempre, mas o vilão não deixa” ou “polícia quer pegar ladrão”. Assim, o público não tem hábito de ver filmes alternativos com outras temáticas e refletir.