Na disciplina de Produção em Rádio, tivemos que elaborar uma reportagem completa - com offs, sonoras e cabeça. O tema da minha foi sobre Apropriação Cultural. Entrevistei o criador da página O Meu Crespo, Hisan Silva, a produtora do Ilê Aiyê, Val Benvindo, e Well Santiago, da Fábrica de Rimas. Confira:
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Você sabe o que é apropriação cultural?
Na disciplina de Produção em Rádio, tivemos que elaborar uma reportagem completa - com offs, sonoras e cabeça. O tema da minha foi sobre Apropriação Cultural. Entrevistei o criador da página O Meu Crespo, Hisan Silva, a produtora do Ilê Aiyê, Val Benvindo, e Well Santiago, da Fábrica de Rimas. Confira:
Trabalhos fotográficos com câmera compacta
Já peguei as duas matérias relacionadas à fotografia (fotografia e fotojornalismo). Enquanto em uma aprendi os conceitos e técnicas, na outra, como é aplicado no mercado de jornalismo. Abaixo, dois trabalhos fotográficos realizados no semestre passado. Retrato de uma personagem - estilo caderno 2, e as outras fazem parte de uma (tentativa) reportagem fotográfica. Todas fotos foram feitas com uma câmera compacta da Sony (a DSC-W120).

Por que os "filmes polêmicos" são polêmicos?
Se o filme “Love”, do diretor Gaspar Noé, é polêmico por causa do sexo à três com adolescentes e ejaculação frontal em 3D – cena sem cortes que só termina quando protagonista ejacula. O que falar dos filmes que tratam de temas como estupro, tortura, pedofilia, sadomasoquismo, racismo e, claro, política?
O diretor franco-argentino de “Love” já causou em outros filmes. Em “Irreversível” (2002), mostra uma cena de nove minutos de estupro e, em outro momento com o ângulo fechado, a morte do estuprador. Já em “Uma Viagem Alucinante” (2009), exibe o uso de drogas, morte e incesto.
Por falar em drogas, “Trainspotting – Sem Limites”, de Danny Boyle, narra histórias de viciados em heroína. O filme, que foi lançado em 1996, foi alegado em países do Reino Unido e nos Estados Unidos que o longa fazia apologia às drogas. No mês passado, o diretor confirmou o “Trainspotting 2” ao Deadline.
Na obra cinematográfica de Gregg Araki, “Mistérios da Carne” (2004), fala de pedofilia, homossexualidade, prostituição – numa cena mostra o personagem de Joseph Gordon-Levit sendo estuprado bruscamente por um dos seus clientes – e outros temas delicados.
Além dos filmes chocantes e bizzaros, como “A Serbian Film – Terror Sem Limites” (2010), de Srđan Spasojević , que foi proibido em muitos países, como Suécia e Espanha. No Brasil, foi o filme só foi liberado meses depois do seu lançamento. O longa mostra cena de estupro de um bebê e necrofilia. E “Anticristo” (2009), de Lars Von Trier – que também dirige "Ninfomaníaca" –, com violência, sexo explícito, close nas mutilações nas partes íntimas das pessoas.
Afinal, por que “Love”, “Mistérios da Carne”, “Trainspotting” são polêmicos? O conservadorismo dos grandes exibidores é um dos fatores. Os filmes que sempre estão em cartazes são do “mocinho e mocinha querem viver felizes para sempre, mas o vilão não deixa” ou “polícia quer pegar ladrão”. Assim, o público não tem hábito de ver filmes alternativos com outras temáticas e refletir.
Dez fotógrafos/fotojornalistas para seguir no Instagram
O Instagram é uma rede social de compartilhamento de fotografias. Você está cansado de fotografias das mesmas pessoas? Seu feed só tem fotos de comidas, pets, céu e entre outros? Hoje, vou lhe dar algumas sugestões de fotógrafos que você deveria seguir. Você vai se impressionar com as composições das fotos!
Aaron Huey (@argonautphoto): é fotojornalista da National Geographic, que ficou mundialmente conhecido pela caminhada de 154 dias por toda a América - ele percorreu 3349 milhas. Em 2013, ganhou bronze na categoria Temas Contemporâneos no World Press Photo.
César Ovalle (@cesinha): é um fotógrafo paulista que tira fotos coloridas e P&B. Usa muito as linhas. Tem cada fotos perfeitas. Danny Zappa (@dannyzappa): ele nasceu na Suécia e se mudou para o Brasil aos 11 anos. Com seu iPhone, ele fotografa coisas do cotidiano, mostrando nas suas fotos: simetrias, cores, texturas e entre outros.
David Guttenfelder (@dguttenfelder): esse fotojornalista norte-americano já ganhou diversos prêmios. Um dos poucos (ou único) que fotografa o país mais fechado do mundo, a Coreia do Norte.
Fabs Grassi (@fabsgrassi): esse brasileiro fotografa pessoas com muita sensualidade e belas composições.
Kato (@kato78): é um fotógrafo brasileiro com suas composições perfeitas fotografas paisagens, objetos e entre outros.
Kirsten Alana (@kirstenalana): é uma fotógrafa de viagem bastante recomendada por revistas e portais. Cada foto postada por ela, é um país acrescentado na sua lista de países que tenho que conhecer um dia.
Paulo del Valle (@paulo_delvalle e @paulodelvalle): é um fotógrafo e instagrammer profisisonal. Possui duas contas no insta, numa posta fotos de suas viagens pelo mundo e na outra mostra cor, simetria e outras coisas. Ah, ele faz uns vídeos no Youtube dando algumas dicas de fotografia.
Pete Muller (@petekmuller): é fotojornalista do Natgeo, Wash Po e outros. Com suas foto-documentais sobre a crise do vírus Ebola em Serra Leoa, venceu a categoria Notícias Gerais do World Press Photo 2015.VuTheara Kham (@vutheara): Designer, fotógrafo francês e um dos maiores representantes de Iphonografia*. Ele mostra uma Paris longe de clichês.
Créditos das fotos: Aaron Huey, César Ovalle, Danny Zappa, David Guttenfelder, Fabs Grassi, Kato, Kirsten Alana, Paulo del Valle, Pete Muller e VuTheara Kham. Todas as fotos foram retiradas das contas dos fotógrafos no Instagram.
*IPHONOGRAFIA: é a junção das palavras iPhone e fotografia. Ultimamente, é um "movimento" bastante forte, em que as pessoas tiram e editam fotos usando somente o iPhone.
Bake Off Brasil - Mão na Massa estreou "sem açúcar"
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| Carolina Fiorentino, Fabrizio Fasano Jr e a Ticiana Villas Boas [Foto: Artur Igrecias/SBT] |
O programa "Bake Off Brasil - Mão na Massa" estreou na noite desse sábado (25) no SBT. O reality de confeiteiros, apresentado por Ticiana Villas Boas, tem fotografia, cenografia e arte digna de TV a cabo. No entanto, comparado com os programas do mesmo gênero, MasterChef Brasil (Band) e Cozinha sob Pressão (SBT), não tem nenhuma emoção.
Dicas de cinco longas sobre jornalismo para as férias
Você gosta de assistir filme? Você ama o jornalismo? Então,eu estarei sugerindo cinco longas para você assistir nesses dias de férias - ou até mesmo no final de semana. Dentre eles, dois se encontram no catálogo brasileiro do Netflix.
Shattered Glass (O preço de uma verdade): esse filme é um dos meus favoritos, ele foi indicado por minha professora de Gêneros Jornalísticos no primeiro semestre. É baseado na história do ex-jornalista da revista The New Republic, Stephen Glass, que ficou mundialmente conhecido por um fato que nenhum jornalista deve fazer (em todas as sinopses tem o que ele fez, mas perde a graça saber). O longa aborda a ética no jornalismo.
“Se não gostarmos da política, seremos governados por quem gosta”
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| Eric Pereira. Foto: Facebook/Reprodução |
Eric Pereira, 25 anos, é publicitário, MBA em Marketing e Branding e atualmente ocupa o cargo de diretor executivo da agência de propaganda É Idéia. Fundador do ItapuãCity, que conta com cerca de 62 mil curtidas na fanpage do site no Facebook. Integrante da Juventude Itapuãzeira, presidente do Partido Trabalhista Nacional (PTN) Jovem em Salvador e vice-presidente na executiva estadual.
Nesta entrevista, ele fala sobre o jovem na política brasileira, mídia alternativa e assuntos que estão sendo discutidos nas rodas de amigos e em Brasília: maioridade penal e a principal proposta de reforma política, conhecida como distritão.
Yuri Silva: Qual a maior dificuldade de uma mídia alternativa hoje?
Eric Pereira: Por ser independente, a grande dificuldade é manter o trabalho com recursos próprios. Atualmente o que gera maior visibilidade são os conteúdos sensacionalistas, mas nós vamos na contramão. O nosso objetivo é potencializar o que temos de bom nas nossas comunidades, pois acreditamos que é valorizando o indivíduo e respeitando as diferenças que conseguiremos fortalecer o processo de mudança na realidade das regiões mais carentes. Temos muito mais coisas boas para mostrar, porém a mídia sensacionalista só divulga fatos infelizes, fomentando esse predatório modo de gerar lucro.
Uma matéria que escrevi na faculdade...
GAROTO
DE 8 ANOS MORRE AO SER ATROPELADO POR ÔNIBUS EM SETE DE ABRIL
Sem
camisa, bermuda cinza rasgada entre as pernas, com os membros
inferiores formando um 4, as mãos para cima, uma sandália
branca próxima da cabeça e a outra estava perto dos pés, o corpo de Miguel Rosa da Silva estava sobre o asfalto escuro.
O garoto de oito anos de idade morreu após ser atropelado por um
ônibus, na tarde da última terça-feira (12), por volta das 15 h 40
m, na rua Nossa Senhora do Carmo – próximo ao Mercadinho Ponto
Certo, em Sete de Abril.
Uma matéria que eu fiz na faculdade...
Nesse semestre, comecei a colocar a mão na massa, agora vi o que é o jornalismo, tive que apurar, escrever...Enfim.
TOTEM DA AVENIDA PARALELA ESTÁ SEM FUNCIONAR
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| Totem do ponto de ônibus da Avenida Paralela, próximo à FBE. Foto: Yuri Silva |
Os
passageiros que pegam ônibus no ponto da Avenida Paralela –
próximo à Fundação Bahiana de Engenharia (FBE), se deparam com
um totem que não funciona. O equipamento eletrônico que deveria
informar quanto falta para chegada do ônibus no local, está pichado,
com o vidro quebrado e cartaz colado.
Precisamos falar do trabalho (escravo) do estagiário #2
Eu já havia postado aqui no blog a minha visão sobre o trabalho do estagiário. Depois do post, em algumas entrevistas para estágio, fui questionado sobre a postagem. Conversando e pesquisando, eu descobrir algumas coisas - contarei no decorrer deste texto.
Na semana passada, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) afirmou que a estudante de jornalismo morta em acidente estava “exercendo uma função que não caberia a ela como estagiária”. Qual é o limite do trabalho do jornalista em formação?
No XXXIII Congresso Nacional dos Jornalistas brasileiros, que aconteceu em agosto de 2008, foi aprovado o Programa Nacional de Projetos de Estágio Acadêmico em Jornalismo. O projeto traz normas que visam a regulamentação do estágio em jornalismo. Tais como:
- Jornada de trabalho máxima de 20 horas semanais, distribuídas preferencialmente em quatro horas diárias;
- Estar cursando o 6º semestre ou superior;
- Função não pode ser desempenhada nos finais de semana, feriados e/ou à noite;
- O estagiário receberá uma bolsa auxílio que terá, no mínimo, o valor estabelecido pelo MEC de uma bolsa de iniciação à pesquisa (PIBIC). Além de auxílio-transporte, auxílio-alimentação e seguro de vida e contra acidentes;
- Termo assinado entre entidade fornecedora do estágio, instituição de ensino, sindicato, empresa e estagiário;
- Fica vetada a realização de atividades não inerentes à prática jornalística;
- A delimitação do número de estagiários por redação ou empresa se dará na seguinte
proporção:
- de 01 a 10 profissionais jornalistas regularmente registrados e contratados: 01 estagiário;
- de 10 a 20 profissionais jornalistas regularmente registrados e contratados: 02 estagiários;
- acima de 20 profissionais jornalistas regularmente registrados e contratados: 01 estagiário para cada 10 profissionais, limitado ao número total de 10 estagiários.
De acordo com as novas Diretizes Curricularares Nacionais (DCN), pode ser permitida a jornada de cinco horas diárias e 25h semanais, assim como a realização nos finais de semanais, em feriados e no período noturno - após análise da Coordenação de Estágio
e/ou pelo NDE e/ou pelo colegiado do curso.
*Postagem escrita no dia 15/04/16
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