Oi, eu sou o


Yuri Silva (Ury)
Jornalista em formação com dendê no sangue

Sobre mim

Um jovem soteropolitano de 20 anos que cursa jornalismo. Desde 2010, está neste mundo de blog e de informar as pessoas. No começo, falava sobre entretenimento. Escreveu matérias para a Revista Clips (site e impresso). Atualmente, é membro do Centro Acadêmico de Jornalismo da Unime (CAJU) - na área de Comunicação/Criação.

Redes Sociais

Jornalistas transformam comunicação digital em negócio

Em evento realizado nesta terça-feira (28), na Faculdade Unime, jornalistas falaram sobre empreendedorismo na profissão

Os palestrantes falam de seus negócios na web
(Foto: Lilian Ventura)

A famigerada crise que, dizem por aí, acomete boa parte dos profissionais do Brasil não alcança alguns jornalistas baianos. Ao menos, é o que alguns comunicólogos de Salvador defenderam na noite desta terça-feira (28), na Faculdade Unime. Para eles, empreender com projetos que utilizam novas narrativas jornalísticas é a saída.

Fundado há dois meses, o portal Soteropreta tem o foco de levantar questões da negritude na capital baiana. "O foco é contar novas histórias da comunidade negra", afirmou a jornalista e fundadora, Jamile Menezes. Segundo ela, é essencial que você pesquise e saiba muito bem o que deseja com o seu trabalho e onde quer chegar. "Até metade do ano que vem, eu pretendo me sustentar apenas com o site", confia.

Ainda de acordo com Jamile, a maior parte do conteúdo que pauta o Soteropreta vem do Facebook. Para o jornalista Gabriel Carvalho, as redes sociais têm um papel fundamental na hora de atrair o público para o que é produzido em qualquer outra plataforma. Idealizador do Portal São João na Bahia, direcionado para a divulgação das festas do período junino no Nordeste, Gabriel conta que o negócio logo deu frutos.

"Temos muito trabalho, mas tudo que é feito com prazer, acaba dando frutos", disse. O Portal São João na Bahia, que foi fundado em 2014, tem mais de 11 mil seguidores em suas redes sociais. E quando o assunto  é política, o Portal Opinião e Política, do jornalista Paulo Costa, promete explicar as pautas sem deixar lacunas. "O jornalismo vai passar versões sobre os fatos e deixar o espaço para a reflexão. Nossa ideia é explicar o fato", salienta.

Com artigos de opinião e reprodução de notícias e informações, o site abre, também, espaço para discussão com seus leitores, além de reportagens especiais acerca de pautas políticas e econômicas. No caso do Opinião e Política, segundo Paulo, as redes sociais fazem uma espécie de corda de ligação com o público. Fundado há menos de um ano, o portal é seguido por mais de mil pessoas.

Mas para garantir sucesso na web e muitas visualizações, não basta só um bom texto. De acordo com a equipe do Coletivo Flor de Dendê, formado por três jornalistas e uma designer, os portais tem que acompanhar a tendência de linguagens diversas da internet. "O site conta muito com a linguagem multimídia, é uma constante", pontuou a designer Ludmila Cunha.

Ainda de acordo com ela, quanto mais limpo e simples for o layout de uma site, mais atenção ao conteúdo o leitor vai dar. "Deixamos nossa linguagem aberta, puxamos um pouquinho de tudo. Lá tem material para todo mundo, é nisso que a gente foca", finalizou.

A ARENA FONTE NOVA É UMA OPÇÃO DE ESPAÇO PARA EVENTOS


Marcos Cidreira fala sobre o multiuso da Arena [Foto: Yuri Silva]
Ao fundo dos orixás do Dique do Tororó, a Arena Fonte Nova se destaca com sua arquitetura e baianidade. O barulho da torcida e bola na rede deram o lugar ao axé, luzes e dança. “O show da Ivete foi massa. Colocaram um piso em cima do gramado que parecia um quebra-cabeça”, afirma a estudante de jornalismo, Edilena Vasconcelos, 38 anos.

O multiuso da Arena Fonte Nova foi o tema da segunda fase da seleção da 11ª turma do Correio de Futuro, na tarde desta segunda-feira (29), no auditório da Rede Bahia. O diretor comercial, marketing e projetos associados, Marcos Cidreira, e o gerente de comunicação da Odebrecht, Marcelo Gentil, estiveram presentes para falar e responder as dúvidas dos candidatos – estudantes de jornalismo.

“A Arena é do espetáculo”, declara Marcos Cidreira. Com a nova estrutura, a “Fonte de Gols” já recebeu 137 partidas de futebol e 174 eventos culturais e corporativos. Segundo Cidreira, a falta de público nos jogos é por causa da má fase dos times baianos. “Os times não estão indo bem, um está na série B e o outro, lá embaixo da tabela, tentando se manter na série A”, conta ele. “A torcida baiana não gosta disso”, finaliza.

OS VIZINHOS DA ARENA

O professor de inglês Jorge Gomes, 43 anos, não tem problemas com o barulho que vem da Fonte Nova. “Quase não dá para escutar nada, ouve-se muito pouco”, afirma o morador do Jardim Baiano. “É muito legal morar perto da Arena, sobretudo quando os eventos me agradam e, geralmente, isso acontece”, finaliza.

O morador da rua Djalma Dutra, Emersom Vaz, tem dor de cabeça por causa do trânsito. “Quando há jogos,  a área fica interditada, isso traz muito prejuízo”, revela o administrador de 44 anos. “Outra coisa, não concordo com os guardadores de carros, flanelinhas e oficiais da prefeitura no entorno. Eles trazem muito transtornos”, completa.

Você sabe a idade dos vereadores de Salvador?


Um dos pré-requisitos para se candidatar a um cargo eletivo é a idade. Na data da posse, o vereador tem que ter, no mínimo, 18 anos. Será que os jovens ocupam alguma cadeira na câmara dos vereadores? Confira no infográfico abaixo:

Assessorando a Askadep


Neste semestre, eu tive a disciplina Assessoria de Imprensa. Em dupla ou trio, tivemos que assessorar uma organização, associaçã ou personalidade. Eu e Nailan Brasil cuidamos da comunicação da Associação de Karatê-dô Dênison Pereira (Askadep). No decorrer do período, a gente fizemos um boletim informativo, o "REI" (foto abaixo).

 Um release foi produzido e enviado para a mídia de Candeias e região. Também foi feito um mini-doc sobre a Askadep, que foi inspirado nas novas produções audiovisuais. 


Você sabe o que é apropriação cultural?


Na disciplina de Produção em Rádio, tivemos que elaborar uma reportagem completa - com offs, sonoras e cabeça. O tema da minha foi sobre Apropriação Cultural. Entrevistei o criador da página O Meu Crespo, Hisan Silva, a produtora do Ilê Aiyê, Val Benvindo, e Well Santiago, da Fábrica de Rimas. Confira: