Oi, eu sou o


Yuri Silva (Ury)
Jornalista em formação com dendê no sangue

Sobre mim

Um jovem soteropolitano de 20 anos que cursa jornalismo. Desde 2010, está neste mundo de blog e de informar as pessoas. No começo, falava sobre entretenimento. Escreveu matérias para a Revista Clips (site e impresso). Atualmente, é membro do Centro Acadêmico de Jornalismo da Unime (CAJU) - na área de Comunicação/Criação.

Redes Sociais

Meu querido ex


QUERIDO EX. Tento ser forte para superar o belo pé na bunda que tu me deu. Tentei o desapego. Até deixei de seguir você nas redes sociais, mas sempre me via entrando no seu perfil do instagram, olhando o que você andava fazendo da vida. Cada foto era um surto e sempre o questionamento: será que ele já tá com outro? Isso porque, no terceiro dia, após o fim do nosso namoro, você estava naquele aplicativo de pegação.
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Desculpa, meu querido ex, por eu ter ido no seu perfil perguntar se você estava com aquele cara. Fui babaca, eu sei, mas essa dúvida me matava.
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Enfim, não aguentei e voltei a te seguir. Passou alguns dias e, novamente, entrei na bad. Isso foi quando você postou aquelas fotos com uma pessoa "misteriosa" fazendo os mesmos programas que a gente fazia juntos.
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Meu querido ex, no término, você disse que queria continuar a amizade, eu corri atrás e vi não reciprocidade. Sempre me questiono: ele quer mesmo amizade?
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Meu querido ex, eu fui um bom namorado? Te pergunto porque meus relacionamentos nunca chegam ao terceiro mês. Mais um questionamento que eu sempre faço a mim: será que sou eu?
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Querido ex, obrigado por fazer eu acreditar que não existe romance. Foi bom enquanto durou, no entanto, quero esquecer que te namorei, principalmente do seu sorriso, que me fazia delirar.

Jornalistas transformam comunicação digital em negócio

Em evento realizado nesta terça-feira (28), na Faculdade Unime, jornalistas falaram sobre empreendedorismo na profissão

Os palestrantes falam de seus negócios na web
(Foto: Lilian Ventura)

A famigerada crise que, dizem por aí, acomete boa parte dos profissionais do Brasil não alcança alguns jornalistas baianos. Ao menos, é o que alguns comunicólogos de Salvador defenderam na noite desta terça-feira (28), na Faculdade Unime. Para eles, empreender com projetos que utilizam novas narrativas jornalísticas é a saída.

Fundado há dois meses, o portal Soteropreta tem o foco de levantar questões da negritude na capital baiana. "O foco é contar novas histórias da comunidade negra", afirmou a jornalista e fundadora, Jamile Menezes. Segundo ela, é essencial que você pesquise e saiba muito bem o que deseja com o seu trabalho e onde quer chegar. "Até metade do ano que vem, eu pretendo me sustentar apenas com o site", confia.

Ainda de acordo com Jamile, a maior parte do conteúdo que pauta o Soteropreta vem do Facebook. Para o jornalista Gabriel Carvalho, as redes sociais têm um papel fundamental na hora de atrair o público para o que é produzido em qualquer outra plataforma. Idealizador do Portal São João na Bahia, direcionado para a divulgação das festas do período junino no Nordeste, Gabriel conta que o negócio logo deu frutos.

"Temos muito trabalho, mas tudo que é feito com prazer, acaba dando frutos", disse. O Portal São João na Bahia, que foi fundado em 2014, tem mais de 11 mil seguidores em suas redes sociais. E quando o assunto  é política, o Portal Opinião e Política, do jornalista Paulo Costa, promete explicar as pautas sem deixar lacunas. "O jornalismo vai passar versões sobre os fatos e deixar o espaço para a reflexão. Nossa ideia é explicar o fato", salienta.

Com artigos de opinião e reprodução de notícias e informações, o site abre, também, espaço para discussão com seus leitores, além de reportagens especiais acerca de pautas políticas e econômicas. No caso do Opinião e Política, segundo Paulo, as redes sociais fazem uma espécie de corda de ligação com o público. Fundado há menos de um ano, o portal é seguido por mais de mil pessoas.

Mas para garantir sucesso na web e muitas visualizações, não basta só um bom texto. De acordo com a equipe do Coletivo Flor de Dendê, formado por três jornalistas e uma designer, os portais tem que acompanhar a tendência de linguagens diversas da internet. "O site conta muito com a linguagem multimídia, é uma constante", pontuou a designer Ludmila Cunha.

Ainda de acordo com ela, quanto mais limpo e simples for o layout de uma site, mais atenção ao conteúdo o leitor vai dar. "Deixamos nossa linguagem aberta, puxamos um pouquinho de tudo. Lá tem material para todo mundo, é nisso que a gente foca", finalizou.

A ARENA FONTE NOVA É UMA OPÇÃO DE ESPAÇO PARA EVENTOS


Marcos Cidreira fala sobre o multiuso da Arena [Foto: Yuri Silva]
Ao fundo dos orixás do Dique do Tororó, a Arena Fonte Nova se destaca com sua arquitetura e baianidade. O barulho da torcida e bola na rede deram o lugar ao axé, luzes e dança. “O show da Ivete foi massa. Colocaram um piso em cima do gramado que parecia um quebra-cabeça”, afirma a estudante de jornalismo, Edilena Vasconcelos, 38 anos.

O multiuso da Arena Fonte Nova foi o tema da segunda fase da seleção da 11ª turma do Correio de Futuro, na tarde desta segunda-feira (29), no auditório da Rede Bahia. O diretor comercial, marketing e projetos associados, Marcos Cidreira, e o gerente de comunicação da Odebrecht, Marcelo Gentil, estiveram presentes para falar e responder as dúvidas dos candidatos – estudantes de jornalismo.

“A Arena é do espetáculo”, declara Marcos Cidreira. Com a nova estrutura, a “Fonte de Gols” já recebeu 137 partidas de futebol e 174 eventos culturais e corporativos. Segundo Cidreira, a falta de público nos jogos é por causa da má fase dos times baianos. “Os times não estão indo bem, um está na série B e o outro, lá embaixo da tabela, tentando se manter na série A”, conta ele. “A torcida baiana não gosta disso”, finaliza.

OS VIZINHOS DA ARENA

O professor de inglês Jorge Gomes, 43 anos, não tem problemas com o barulho que vem da Fonte Nova. “Quase não dá para escutar nada, ouve-se muito pouco”, afirma o morador do Jardim Baiano. “É muito legal morar perto da Arena, sobretudo quando os eventos me agradam e, geralmente, isso acontece”, finaliza.

O morador da rua Djalma Dutra, Emersom Vaz, tem dor de cabeça por causa do trânsito. “Quando há jogos,  a área fica interditada, isso traz muito prejuízo”, revela o administrador de 44 anos. “Outra coisa, não concordo com os guardadores de carros, flanelinhas e oficiais da prefeitura no entorno. Eles trazem muito transtornos”, completa.

Você sabe a idade dos vereadores de Salvador?


Um dos pré-requisitos para se candidatar a um cargo eletivo é a idade. Na data da posse, o vereador tem que ter, no mínimo, 18 anos. Será que os jovens ocupam alguma cadeira na câmara dos vereadores? Confira no infográfico abaixo:

Assessorando a Askadep


Neste semestre, eu tive a disciplina Assessoria de Imprensa. Em dupla ou trio, tivemos que assessorar uma organização, associaçã ou personalidade. Eu e Nailan Brasil cuidamos da comunicação da Associação de Karatê-dô Dênison Pereira (Askadep). No decorrer do período, a gente fizemos um boletim informativo, o "REI" (foto abaixo).

 Um release foi produzido e enviado para a mídia de Candeias e região. Também foi feito um mini-doc sobre a Askadep, que foi inspirado nas novas produções audiovisuais. 


Você sabe o que é apropriação cultural?


Na disciplina de Produção em Rádio, tivemos que elaborar uma reportagem completa - com offs, sonoras e cabeça. O tema da minha foi sobre Apropriação Cultural. Entrevistei o criador da página O Meu Crespo, Hisan Silva, a produtora do Ilê Aiyê, Val Benvindo, e Well Santiago, da Fábrica de Rimas. Confira:

 



Coletivo Minissaia vai lançar site colaborativo


O Coletivo Minissaia vai lançar, em junho, sobre empoderamento feminino, equidade de gêneros, ativismo social, cultura, acontecimentos e opinião. O novo formato vai proporcionar a participação de novas blogueiras em cada edição do programa.

O idealizador do projeto, Rodrigo Almeida, afirmou que o site vai funcionar como uma plataforma para discussão social e militância. "A ideia é que tenhamos um canal plural, onde toda e qualquer pessoa possa enviar textos, vídeos, imagens e discussões que após triagem entrarão online no canal", disse ele.

Sobre as blogueiras convidadas, Rodrigo destacou que "serão escolhidas seguindo dois critérios principais: aderência de atuação ao tema do programa e maior volume na produção de conteúdo para o site”. Para mais informações ou participar do projeto, basta enviar um e-mail contendo nome completo, idade e telefone para rodrigo@criativoscoletivos.com.br 




Conheça o "Netflix" de produções feitas por pessoas negras


O Afroflix, plataforma colaborativa que reúne produções audiovisuais feitas por pessoas negras, foi lançada na última terça-feira (17). O site conta vlogs, filmes, documentários, web séries, clipes e programas diversos. 

Aberto e gratuito. Atualmente, o Afroflix está disponibilizando apenas conteúdos brasileiros. As pessoas podem inscrever ou indicar obras. No entanto, os conteúdos devem ter, no mínimo, uma área técnica/artística assinada por, pelo menos, uma pessoa negra.

Sua visão de mundo vai mudar com estes documentários




 Estou em processo de produção de um documentário na faculdade. Fiquei com a parte de montagem/edição. Neste feriado, resolvi assistir alguns documentários. Dentre os vários títulos, dois me chamaram a atenção. 

O primeiro é "CLANDESTINAS, dirigido por Fadhia Salomão, roteiro de Renata Côrrea e produção de Babi Lopes, fala sobre o aborto. Considerado crime no Brasil,  mas é realizado diariamente no país. No vídeo, atrizes relatam histórias de pessoas anônimas.

Já em "Mucamas", produzido pelo coletivo "Nós, Madalenas", traz mulheres que são ou já foram empregadas domésticas. As personagens, mães de 5 integrantes do grupo, relatam o preconceito, a remuneração e a relação entre patroa e empregada . Para ver o documentário, clique aqui.

Netflix anuncia série inspirada na Operação Lava Jato



Depois de 3%, a Netflix anunciou mais uma série original brasileira nesta sexta-feira (15). A produção, idealizada pelo diretor José Padilha ("Narcos") e escrita por Elena Soares ("Xingu"), será baseada na Operação Lava-Jato. As filmagens ocorrerão no Brasil ainda neste ano e o lançamento é previsto para 2017.

Em comunicado oficial do serviço streaming de vídeos, José Padilha afirmou que a história vai ser tratada de maneira neutra. "Esse projeto vai narrar a operação policial em si e mostrar detalhes sobre o maior esquema de corrupção já visto no Brasil. Era fundamental que a série fosse produzida com imparcialidade, e a Netflix é com certeza o melhor parceiro para que isso possa ser concretizado", disse o diretor de Tropa de Elite.


Estudantes participam da segunda fase do Correio de Futuro

 
 
Papel, caneta e smartphone nas mãos. Assim foi a tarde desta quarta-feira (09) para cerca de 90 estudantes de jornalismo. Na segunda fase da seleção para a 10ª turma do programa Correio de Futuro, os focas, como são chamados os jornalistas inexperientes, viraram repórteres numa entrevista coletiva. O Relações Institucionais da Braskem na Bahia, Hélio Tourinho; o Diretor Executivo da Caderno 2 Produções Artísticas, Dalmo Peres, e o Gerente de Comunicação da Odebrecht, Marcelo Gentil, trataram do incentivo cultural. 


Na coletiva, o representante da Braskem falou dos projetos culturais realizados pela empresa, como, por exemplo, o Prêmio Braskem de Teatro, a Orquestra Plástica do Neojiba e o projeto Fronteiras do Pensamento. 

Em parceira com os Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia (Neojiba) e o Governo do Estado da Bahia, surgiu a Orquestra Plástica. Os instrumentos, como os violinos, são produzidos a partir de plásticos PVC. 

O Prêmio Braskem de Teatro, que completa 23 anos, destaca os melhores do teatro baiano. Este ano, vai ser realizado no dia 13 de abril no Teatro Castro Alves. Já a Mostra Prêmio Braskem de Teatro acontece do dia 17 de março até 3 de abril, em que oito peças serão exibidas em sete teatros de Salvador. Os ingressos já estão à venda no site da Compre Ingressos. 

Ano passado, a gente fez a Mostra. Neste ano, a gente também inovou mais um pouco, e vamos trazer para a capital algumas peças do interior”, disse Tourinho sobre a novidade, o Circuito Braskem de Teatro.
O CEO da Caderno 2, Dalmo, falou da independência da comissão julgadora do Prêmio Braskem. “Temos escolhido cinco pessoas da sociedade civil, do meio artístico, da imprensa, ligadas ao teatro. A Caderno 2, nem a Braskem, não influenciam em nada nesses jurados”, disse. “Essa comissão, ela avalia, anualmente, todos os espetáculos”, finaliza ele. 

O Fronteiras do Pensamento, por sua vez, convida intelectuais de diversas áreas de conhecimento e nacionalidades para conferências sobre temas da contemporaneidade e as expectativas para o futuro. Na edição mais recente, contou com o psicanalista italiano Contardo Calligaris, o sociólogo espanhol Manuel Castells e o filósofo francês Luc Ferry. Neste ano, o projeto completa uma década. 

Segundo Tourinho, quase 100 projetos são recebidos por ano para serem analisados. As pessoas podem fazer o cadastro pelo site da empresa, atendendo as seguintes diretrizes: inclusão social, educação ambiental e promoção cultural. 

Os jornalistas em formação puderam ver os livros do projeto Eu Vim da Bahia, que são produzidos de vitopaper (papel feito de plástico), que tem textura lisa, brilhosa e resistente. Os livros foram sorteados aos estudantes. Ao final da coletiva, a professora Bárbara Souza anunciou que os candidatos têm que elaborar uma reportagem a que vai ser o critério de avaliação.

Vídeo:
 

Trabalhos fotográficos com câmera compacta

Já peguei as duas matérias relacionadas à fotografia (fotografia e fotojornalismo). Enquanto em uma aprendi os conceitos e técnicas, na outra, como é aplicado no mercado de jornalismo. Abaixo, dois trabalhos fotográficos realizados no semestre passado. Retrato de uma personagem - estilo caderno 2, e as outras fazem parte de uma (tentativa) reportagem fotográfica.  Todas fotos foram feitas com uma câmera compacta da Sony (a DSC-W120).






Conheça a revista desenvolvida por mim


 A "Revista Foca - Upgrade no Conhecimento" (FoCA UP) foi desenvolvida por mim para a matéria de Produção Gráfica nesse semestre. A publicação é para os profissionais e estudantes de comunicação. Você também pode ler pelo site da ISSUU, clicando aqui.

Reportagem sobre o cabelo afro


Ilustração: Ury Silva
O que seu cabelo significa para você? O cabelo afro vai além da "queratina". Essa reportagem foi desenvolvida para a matéria de Telejornalismo I do curso de Comunicação Social - Jornalismo da Faculdade Unime - Salvador. Realizada por Luiza Fabiane (repórter), Tailane Araújo (produção) e Yuri Silva (imagem e edição).

Sinergia Games e os jogos para desenvolvimento pessoal




    Quem nunca jogou um game? Os games estão em todas plataformas. Desde o jogo da cobrinha no celular até League of Legends no computador. No penúltimo dia da 12ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SCNT) foi abordado a indústria de games.

   A diretora da Sinergia Games, Cristhyane Ribeiro, estava presente na mesa. O diferenciar dessa empresa baiana é inserção de abordagens para desenvolvimento humano nos seus jogos. Usa-se a conhecida tipologia humana do psiquiatra suíço Carl Gustav Jung e também, a menos conhecida, do filósofo russo George Ivanovich Gurdjeff.

   Em 1919, Jung elabarou o conceito de arquétipo, que é um forma pré-existente no inconsciente. Além de determinar o psiquismo, provoca uma representação simbólica que aparece na religião, na arte e nos sonhos. Os dez jogos da Sinergia contém personagens de mitologias. A cultura afro-brasileira predomina, no jogo “Jornada de Criação”, por exemplo, o personagem principal é Oxalá.

   Durante os meses de junho e julho no ano passado, a exposição “Histórias da Terra Afro-brasileira”, que foi selecionado no Edital Cultura 2014 do Ministério da Cultura, a empresa fez um questionário com jogadores presentes na mostra. Seguindo o modelo GameFlow, 94% dos entrevistados, disse que queria saber mais sobre o conteúdo do jogo e 59% afirmou que o game aumentou seu conhecimento. E 65% contou que esqueceu temporariamente seus problemas.

  Na pesquisa realizada pela Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Jogos Digitais (Abragames), mostrou que o Brasil é o quarto maior consumidor de jogos eletrônicos no mundo. Para ter ideia, entre 2012 e 2013, o setor cresceu 76%. Nesse ano, o centro de pesquisa de marketing relacionado a games, o Newzoo, divulgou uma lista dos 100 países com maior receita em 2014: o Brasil ficou na 11ª posição. O país teve uma receita de US$ 1.285.392.161 no ano passado.

Os ex-esportes olímpicos que sonham em voltar

Rubgy de Sete vai voltar em Rio 2016


    Você já imaginou ligar a TV para assistir a Olimpíada e se deparar com a disputa por medalhas no cabo de guerra? Várias pessoas já presenciaram. Assim como o “jogo da corda”, alguns esportes já fizeram parte dos jogos olímpicos. Porém, deixaram de ser disputados por algum motivo.
O cabo de guerra não é só brincadeira de crianças. Entre 1900 e 1920, participou de cinco olímpiadas.    Duas equipes compostas por oito pessoas seguram as extremidades de uma corda, vence quem puxar o adversário para seu lado. Se alguém escorregar e cair no chão é penalidade. A modalidade se candidatou para entrar nos Jogos Olímpicos de 2020.
   Devido ao alto preço de transporte e cuidados com os cavalos, o Polo integrou cinco edições (1900, 1908, 1920, 1924 e 1936). Montados e com tacos, os quatros atletas tem como objetivo fazer a bola passar o arco da outra equipe. Assim como o cabo de guerra, o esporte também se candidatou e não passou na seleção da primeira triagem.
   Popular atualmente em países como Paquistão, Holanda e considerado o “futebol” dos indianos, o críquete foi disputado em Paris 1900. O jogo é parecido com o beisebol. Em 2008, atletas (Ricky Ponting, Kumar Sangakkara etc) fizeram uma campanha para o desporto entrar em Tóquio 2020. Em 2011, o ex-presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jacques Rogge, deu apoio para a volta do críquete.
  O Lacrosse é um esporte norte-americano e praticado por duas equipes de dez atletas. Os participantes usam um taco especial com uma rede que serve para segurar a bola. O objetivo é arremessar a bola no gol. A disciplina valeu medalha em Saint Louis 1904 e Londres 1908. Porém, somente homens competiram e o Canadá ganhou nas duas edições. Atualmente, o esporte é popular nas universidades dos Estados Unidos e Canadá. Em entrevista à Lax Magazine, o diretor de desenvolvimento da Federação Internacional de Lacrosse, Tom Hayes, disse que vê as Olímpiadas de 2024 como uma oportunidade para volta do esporte.
  O Beisebol participou dos jogos entre 1992 e 2008 e o Softbol foi disputado entre 1996 e 2008. Ambos foram excluídos para participar das Olímpiadas de Londres (2012) e do Rio de Janeiro (2016). As modalidades fizeram uma candidatura conjunta para os jogos do Japão. O beisebol seria disputado por homens, enquanto, o Softbol por mulheres.Em setembro desse ano, o Comitê Organizador de Tóquio 2020 anunciou que os dois estão na última fase. Na lista, também contém surfe, skateboard, escalada e caratê. O resultado vai sair em agosto de 2016.
  O rúgbi (de sete jogadores) e o golfe já fizeram parte da lista dos excluídos e vão voltar no Rio 2016. O primeiro esteve nas edições de 1900, 1908, 1920 e 1924. O segundo somente nos jogos de Paris (1900) e Saint Louis (1904). E os dois foram vetados para os jogos olímpicos em Londres.

Rede Cinemark está com filmes nacionais por R$3



A 16ª edição do Projeta Brasil Cinemark acontece nessa segunda-feira (09). Quem for numa das 570 salas, distribuídas em 77 localidades, vai encontrar a programação completa de filmes nacionais. E o melhor: custando apenas R$ 3. A renda vai ser revertida para programas de incentivo e apoio ao cinema nacional.

O filme “Que Horas Ela Volta?”, dirigido por Anna Muylaert e estrelado por Regina Casé, que disputa uma vaga na categoria de Melhor Filme Estrangeiro do Oscar 2016, é um dos selecionados para ser exibido no evento.“Vai que Cola”, “Los Hermanos” e “Cassia Eller” também estão na lista do Projeta. Para mais informações e a lista completa, basta acessar o site: clicando aqui.

Por que os "filmes polêmicos" são polêmicos?

Se o filme “Love”, do diretor Gaspar Noé, é polêmico por causa do sexo à três com adolescentes e ejaculação frontal em 3D – cena sem cortes que só termina quando protagonista ejacula. O que falar dos filmes que tratam de temas como estupro, tortura, pedofilia, sadomasoquismo, racismo e, claro, política? 

O diretor franco-argentino de “Love” já causou em outros filmes. Em “Irreversível” (2002), mostra uma cena de nove minutos de estupro e, em outro momento com o ângulo fechado, a morte do estuprador. Já em “Uma Viagem Alucinante” (2009), exibe o uso de drogas, morte e incesto. 

Por falar em drogas, “Trainspotting – Sem Limites”, de Danny Boyle, narra histórias de viciados em heroína. O filme, que foi lançado em 1996, foi alegado em países do Reino Unido e nos Estados Unidos que o longa fazia apologia às drogas. No mês passado, o diretor confirmou o “Trainspotting 2” ao Deadline.

Na obra cinematográfica de Gregg Araki, “Mistérios da Carne” (2004), fala de pedofilia, homossexualidade, prostituição – numa cena mostra o personagem de Joseph Gordon-Levit sendo estuprado bruscamente por um dos seus clientes – e outros temas delicados. 

Além dos filmes chocantes e bizzaros, como “A Serbian Film – Terror Sem Limites” (2010), de SrÄ‘an Spasojević , que foi proibido em muitos países, como Suécia e Espanha. No Brasil, foi o filme só foi liberado meses depois do seu lançamento. O longa mostra cena de estupro de um bebê e necrofilia. E “Anticristo” (2009), de Lars Von Trier – que também dirige "Ninfomaníaca" –, com violência, sexo explícito, close nas mutilações nas partes íntimas das pessoas. 

Afinal, por que “Love”, “Mistérios da Carne”, “Trainspotting” são polêmicos? O conservadorismo dos grandes exibidores é um dos fatores. Os filmes que sempre estão em cartazes são do “mocinho e mocinha querem viver felizes para sempre, mas o vilão não deixa” ou “polícia quer pegar ladrão”. Assim, o público não tem hábito de ver filmes alternativos com outras temáticas e refletir.

Dez fotógrafos/fotojornalistas para seguir no Instagram

O Instagram é uma rede social de compartilhamento de fotografias. Você está cansado de fotografias das mesmas pessoas? Seu feed só tem fotos de comidas, pets, céu e entre outros?  Hoje, vou lhe dar algumas sugestões de fotógrafos que você deveria seguir. Você vai se impressionar com as composições das fotos!
  

Aaron Huey (@argonautphoto): é fotojornalista da National Geographic, que ficou mundialmente conhecido pela caminhada de 154 dias por toda a América - ele percorreu 3349 milhas. Em 2013, ganhou bronze na categoria Temas Contemporâneos no World Press Photo.
César Ovalle (@cesinha): é um fotógrafo paulista que tira fotos coloridas e P&B. Usa muito as linhas. Tem cada fotos perfeitas.

Danny Zappa (@dannyzappa): ele nasceu na Suécia e se mudou para o Brasil aos 11 anos. Com seu iPhone, ele fotografa coisas do cotidiano, mostrando nas suas fotos: simetrias, cores, texturas e entre outros.

David Guttenfelder (@dguttenfelder): esse fotojornalista norte-americano já ganhou diversos prêmios. Um dos poucos (ou único) que fotografa o país mais fechado do mundo, a Coreia do Norte.

Fabs Grassi (@fabsgrassi): esse brasileiro fotografa pessoas com muita sensualidade e belas composições.


Kato (@kato78): é um fotógrafo brasileiro com suas composições perfeitas fotografas paisagens, objetos e entre outros.


Kirsten Alana (@kirstenalana): é uma fotógrafa de viagem bastante recomendada por revistas e portais. Cada foto postada por ela, é um país acrescentado na sua lista de países que tenho que conhecer um dia.


Paulo del Valle (@paulo_delvalle e @paulodelvalle): é um fotógrafo e instagrammer profisisonal. Possui duas contas no insta, numa posta fotos de suas viagens pelo mundo e na outra mostra cor, simetria e outras coisas. Ah, ele faz uns vídeos no Youtube dando algumas dicas de fotografia.

Pete Muller (@petekmuller): é fotojornalista do Natgeo, Wash Po e outros. Com suas foto-documentais sobre a crise do vírus Ebola em Serra Leoa, venceu a categoria Notícias Gerais do World Press Photo 2015.

  
VuTheara Kham (@vutheara): Designer, fotógrafo francês e um dos maiores representantes de Iphonografia*.  Ele mostra uma Paris longe de clichês.


Créditos das fotos: Aaron Huey, César Ovalle, Danny Zappa, David Guttenfelder, Fabs Grassi, Kato, Kirsten Alana, Paulo del Valle, Pete Muller e VuTheara Kham. Todas as fotos foram retiradas das contas dos fotógrafos no Instagram.


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*IPHONOGRAFIA: é a junção das palavras iPhone e fotografia. Ultimamente, é um "movimento" bastante forte, em que as pessoas tiram e editam fotos usando somente o iPhone.



Bake Off Brasil - Mão na Massa estreou "sem açúcar"

Carolina Fiorentino,  Fabrizio Fasano Jr e a Ticiana Villas Boas [Foto: Artur Igrecias/SBT]

O programa "Bake Off Brasil - Mão na Massa" estreou na noite desse sábado (25) no SBT. O reality de confeiteiros, apresentado por Ticiana Villas Boas, tem fotografia, cenografia e arte digna de TV a cabo. No entanto, comparado com os programas do mesmo gênero, MasterChef Brasil (Band) e Cozinha sob Pressão (SBT), não tem nenhuma emoção.